30.12.10
Dia 5 - Windows Updates
Em simbólicos falecimentos de itens tecnológicos, eu aqui me encontro tentando driblar a própria tecnologia com tecnologia. Evitando gastos ainda mais doloridos, me debato para sobreviver sem estragos com um bom laptop, um bom celular, um bom hd, um bom mp3 player, etc, interagindo entre si, sem se anularem.
Espero não ser assassinada novamente.
*luta*esquiva*tecla ali*conecta acolá*esquiva*instala aquilo ali*update algo lá*esquiva*
Espero não ser assassinada novamente.
*luta*esquiva*tecla ali*conecta acolá*esquiva*instala aquilo ali*update algo lá*esquiva*
25.12.10
Dia 4 - Uma Questão de Ponto de Vista
Olá !
Pois bem, para alguns pode parecer que eu desapareci completamente, ou que esqueci das postagens diárias.
Acontece que, em tempos rápidos, o dia está cada vez mais uma questão de ponto de vista.
Ou seja, podemos chamar isso de disciplina intermitente, e demais flutuancias, porém, o que podemos afirmar é: na velocidade que as coisas tem que ser resolvidas agora, o presente dia de 24h pode ser estendido para mais outros dias. Isso para que enfim consigamos concluir todas as tarefas de 'um dia' dos anos 90.
Ao menos é o que tenho sentido, caros.
Deixo-vos com a reflexão mary bredam. E com um singelo desejo de Feliz Dia de Hoje !
19.12.10
Dia 3 - Atraso
O que, exatamente, significa atraso ?
Após várias menções a respeito de atraso, relacionados não só a mim como a outros, heis que posto no dia 3, com atraso...
oq isso significa deeeeeep inside ... ?
Após várias menções a respeito de atraso, relacionados não só a mim como a outros, heis que posto no dia 3, com atraso...
oq isso significa deeeeeep inside ... ?
17.12.10
Dia 2 - O Inquilino
É um dia que acordo cercada de pequenas bolotas de tolete e algumas piscinas amarelas. Ao redor delas, há uma bolota maior, preta, que se move com barulho de almofada, inventando trajetos arriscados como correr ao redor da sala, passando pela fresta do papelão e por baixo da cesta, em altíssima velocidade.
Suas orelhas caídas o deixam parecido com outros animais também. O que faz com que eu não me sinta tão no prejuízo ao limpar tanta coisa que cabe em sua barriga. Ao se apoiar e engatinhar nas quatro patas, o charmoso também parece com um pequeno cachorro, ou simplesmente com uma cabra.
Ao chegar no recinto, este pequeno animal não lembrava seu próprio nome. Veio a minha mente Tuim, e em seguida Caos, pela bagunça que ele fazia. Apesar de já ser acordadamente chamado de Caos Tuim, ele era constantemente mencionado como Harrison, nome que fica na mente das pessoas após assistirem a 5 temporadas de Dexter seguidas.
Por fim, acho que ele ficou bastante feliz com seu novo apê. Já deu uma geral, se instalou, batizou aqui e ali, e já tá enturmado com quem frequenta o recinto. Caos Tuim Harrison, um coelho libriano, parece em paz consigo mesmo, e aceita os carinhos a ele oferecido, com um fofo deitar.
Caos Tuim Harrison é ...
o novo inquilino .
- ta ra raaaam sullivaaaan waaalking on the hiiiiills -
(rabbit soundtrack)
Suas orelhas caídas o deixam parecido com outros animais também. O que faz com que eu não me sinta tão no prejuízo ao limpar tanta coisa que cabe em sua barriga. Ao se apoiar e engatinhar nas quatro patas, o charmoso também parece com um pequeno cachorro, ou simplesmente com uma cabra.
Ao chegar no recinto, este pequeno animal não lembrava seu próprio nome. Veio a minha mente Tuim, e em seguida Caos, pela bagunça que ele fazia. Apesar de já ser acordadamente chamado de Caos Tuim, ele era constantemente mencionado como Harrison, nome que fica na mente das pessoas após assistirem a 5 temporadas de Dexter seguidas.
Por fim, acho que ele ficou bastante feliz com seu novo apê. Já deu uma geral, se instalou, batizou aqui e ali, e já tá enturmado com quem frequenta o recinto. Caos Tuim Harrison, um coelho libriano, parece em paz consigo mesmo, e aceita os carinhos a ele oferecido, com um fofo deitar.
Caos Tuim Harrison é ...
o novo inquilino .
- ta ra raaaam sullivaaaan waaalking on the hiiiiills -
(rabbit soundtrack)
16.12.10
Dia 1 - Frequência
Estou com leve ideia de postar mais diariamente, para mencionar qualquer coisa que venha nos dedos teclantes.
Projeto esse que começou reforçado pelo meu gostar escritor, meu gostar de organizar ideias fora da mente, e por fim, pra ver no que dá.
Não há garantias do seu sucesso e/ou cumprimento, porém, confortada pelo próprio projeto, aqui estou com uma dessas ideias nascidas, mas que não costumavam ser relatadas.
Podendo continuar ou não amanhã, os posts garantem existência sempre nos hojes, cada vez mais rápidos e frequentes.
Yes.
Projeto esse que começou reforçado pelo meu gostar escritor, meu gostar de organizar ideias fora da mente, e por fim, pra ver no que dá.
Não há garantias do seu sucesso e/ou cumprimento, porém, confortada pelo próprio projeto, aqui estou com uma dessas ideias nascidas, mas que não costumavam ser relatadas.
Podendo continuar ou não amanhã, os posts garantem existência sempre nos hojes, cada vez mais rápidos e frequentes.
Yes.
10.12.10
8.12.10
Conto de Fadas
Uma pequena cidade. Um casal. Um camarim distante. Chuva forte. Cai a luz.
O casal, a la filme de terror, decide enfrentar o escuro do camarim distante com um isqueiro para pegar uma singela bolsa. A missão é cumprida, porém, na saída, um imprevisto. O príncipe charmoso, que desde o início guiava na frente o caminho com sua tocha, começa a tremer e esquivar.
A princesa, atrás dele, não entende a situação e questiona :
"Mas oh, meu bom rapaz, o que há ?'
"Há um bicho aqui. E ele está sendo atraído pela luz"
- Ugh. Inf. *esquiva* -
"Princesa, preste atenção. Eu vou dar uma última iluminada onde ele está, e nós vamos correr!"
"Ahn ?"
*Ilumina*Esquiva para direita*Corre*Apaga isqueiro*
Não contava o príncipe que o fato da princesa não ter avistado o animal seria um porém. Na luz e esquiva, ela viu Bichón Horrendo voando em diagonal em silencioso deslize, mostrando seu corpanzil do tamanho de uma mão de um homem adulto. Quando só no escuro com a besta, traumatizou-se a princesa que, num berro estridente, correu escuridão adentro.
Guardada pelo animal no escuro, a moça gritava:
"PELO AMOR DE DEUS ME TIRA DAQUI BUAH BUAH"
"Venha para a porta, siga a luz!"
"AAAAAH EU NÃO SEI ONDE O MONSTRO ESTÁ AAAAAAAH"
Subitamente, piscadelas do isqueiro do bravo príncipe começam a surgir na porta. Através delas, a princesa nota que a mão, digo, o insetão a circundava proxima e silenciosamente.
As angústias foram diversas, mas com sua luz o príncipe pegou a mão da princesa e a tirou da escuridão.
O casal, a la filme de terror, decide enfrentar o escuro do camarim distante com um isqueiro para pegar uma singela bolsa. A missão é cumprida, porém, na saída, um imprevisto. O príncipe charmoso, que desde o início guiava na frente o caminho com sua tocha, começa a tremer e esquivar.
A princesa, atrás dele, não entende a situação e questiona :
"Mas oh, meu bom rapaz, o que há ?'
"Há um bicho aqui. E ele está sendo atraído pela luz"
- Ugh. Inf. *esquiva* -
"Princesa, preste atenção. Eu vou dar uma última iluminada onde ele está, e nós vamos correr!"
"Ahn ?"
*Ilumina*Esquiva para direita*Corre*Apaga isqueiro*
Não contava o príncipe que o fato da princesa não ter avistado o animal seria um porém. Na luz e esquiva, ela viu Bichón Horrendo voando em diagonal em silencioso deslize, mostrando seu corpanzil do tamanho de uma mão de um homem adulto. Quando só no escuro com a besta, traumatizou-se a princesa que, num berro estridente, correu escuridão adentro.
Guardada pelo animal no escuro, a moça gritava:
"PELO AMOR DE DEUS ME TIRA DAQUI BUAH BUAH"
"Venha para a porta, siga a luz!"
"AAAAAH EU NÃO SEI ONDE O MONSTRO ESTÁ AAAAAAAH"
Subitamente, piscadelas do isqueiro do bravo príncipe começam a surgir na porta. Através delas, a princesa nota que a mão, digo, o insetão a circundava proxima e silenciosamente.
As angústias foram diversas, mas com sua luz o príncipe pegou a mão da princesa e a tirou da escuridão.
8.11.10
O Jogo Sutil e Feroz do Destino
"Data estelar: Mercúrio ingressa em Sagitário; Lua começa a crescer no mesmo signo.
No íntimo de seu coração todo humano sabe haver uma ordem secreta e pessoal, uma vocação de participar de algo maior e melhor, uma parte que cumpre desenvolver e sem a qual o dano seria irreversível, por isso a necessidade de obedecê-la. Porém, aqui na Terra tudo é obscuro e distorcido, como se uma ameaça pairasse sobre o mundo. Em cada coração humano se desenvolve uma guerra, um jogo sutil, mas às vezes feroz com o destino, que se mascara de acaso. Sem obstinar-se em procurar o verdadeiro sentido da ação correta estamos mais do que perdidos, estamos mortos, transformados em patéticos personagens esquecidos de sua origem divina e, por isso, deixamos de ser mitos para nos envolver em mesquinharias que nos conduzem à tragédia."
Fonte: Quiroga.net
No íntimo de seu coração todo humano sabe haver uma ordem secreta e pessoal, uma vocação de participar de algo maior e melhor, uma parte que cumpre desenvolver e sem a qual o dano seria irreversível, por isso a necessidade de obedecê-la. Porém, aqui na Terra tudo é obscuro e distorcido, como se uma ameaça pairasse sobre o mundo. Em cada coração humano se desenvolve uma guerra, um jogo sutil, mas às vezes feroz com o destino, que se mascara de acaso. Sem obstinar-se em procurar o verdadeiro sentido da ação correta estamos mais do que perdidos, estamos mortos, transformados em patéticos personagens esquecidos de sua origem divina e, por isso, deixamos de ser mitos para nos envolver em mesquinharias que nos conduzem à tragédia."
Fonte: Quiroga.net
27.10.10
Traumas Insetus
Quando pequena, eu era uma autêntica colecionadora de insetos. A primavera, para mim e para meu irmão, era um momento mágico de coletar cigarras variadas e demais seres pestilentos para dentro de um vidro de maionese.
Passados os anos, comecei a perceber os insetos melhor. Como exemplo de percepção, cito aquela simpática bolota colorida que externamente são as joaninhas. Ela, ao levantar sua bonita casca para voar, tem real corpo negro com cabeça triangular from hell. Já a cigarra, meus caros, tem um alfinete pontudo no meio do peito que, se vc está desatento com uma pousada em seu dedo, ela irá fincar a tal ferramenta pontiaguda em ti, e ali ficará grudada até seu bem querer ! Sim, é de fato desesperador.
Isso me despertou traumas, e todos animais sem ossos começaram a me inspirar intenso nojo. As recolhidas primaveris em potes de maionese acabaram, e passei simplesmente a torcer passar ilesa sem nenhum contato whatsoever com insetos tarados da primavera.
Em todas, apesar de variados escândalos, sobrevivi muito bem, e não tive que interagir com nenhum deles a sobrevoar meu cabelo, corpo, vida, casa. Em tal época, eles nada faziam além de ameaçar vingança pelos meus tempos de coleta infantis.
Este ano, porém, a vingança chegou. Eles ficaram próximos, ameaçadores, gritantes, e vira e volta pisei em um, o que, para mim, é igual a sofrimentos agonizantes pré-parto.
E agora, a lenda "Ana Voiss Insetus Invictus" se encerra.
Ouvi um barulho plástico assustador. No leve pânico e incerteza do que havia se passado, optei por me aproximar e fechar janela e cortina, para evitar que insetos entrassem de fato, como havia aparentado ameaçar o tal barulho.
Porém, o animal já estava dentro. Vi a figura negra voar barulhenta, e no desespero, corri, tropecei e quebrei um copo em mil pedaços. Uma autêntica cena tropas de elite, reconheço. Varri, com sentimento de derrota e desespero, os cacos e peguei um cobertor para me sentir protegida de eventuais grudes que o tal inseto, até então não identificado, poderia causar.
De dentro da caverna de cobertor, ouvi o animal selvagem me sobrevoar perto, depois longe, e perto novamente. Para ela, parecia divertida essa sádica brincadeira. Para mim, só me lembro de espasmos incontroláveis e tentativas não efetivas de contactar algum salvador.
Quando notei que o barulho de plástico havia estabilizado em um canto, com um som pouco intenso, resolvi abrir uma fresta da caverna e reconhecer que animal me assombrava.
Era uma pequena cigarrita que havia infortunadamente aterrisado de cabeça para baixo. Aliviada com o fato 'quanto menor, melhor', resolvi criar coragem e removê-la. Ela ainda tentava se virar para cima, em aparente tentativa para continuar a sobrevoar o ambiente iluminado, porém, fui mais forte.
Gritei uma ou duas vezes com o desequilibrio da cigarra a se debater, mas consegui pegar suas asitas, sem que uma ficasse solta e ela ficasse a girar. Assim, sentindo ainda suas debatências em meus dedos, consegui lançá-la janela afora.
Me superei, e confesso estar super orgulhosa.
Que venham as baratas !
15.10.10
"Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os
criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que
vêem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não
respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles,
glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é
ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a
frente. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós os vemos como
geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem
mudar o mundo, são as que o mudam."
10.10.10
Pantomina
"Começa uma argumentação... Braços ao ar realizam movimentos que, mesmo ilógicos, são belos. Após um tempo, começam a tomar forma. Pequenas variações criam idéias. Sentimentos são transmitidos por cada onda de movimento que seu corpo emana e a platéia é atingida por todos eles de forma individual.
Ultraje! – gritam entre vaias e aplausos. O público está confuso. Suas palavras são muito fortes e sua voz é excessivamente profunda para a compreensão à primeira vista. Ele insiste! Seu torso gira em um eixo imaginário reafirmando que nunca irá desistir. Uma repetição de termos que transforma uma sentença em cacofonias e ruídos em comunicação pura. Sua mensagem é clara, mas o público se recusa a ver.
Agora suas pernas deixam o chão. O mundo roda à sua volta. Novas idéias são propostas, realidades alternativas apresentadas através de perspectivas inéditas. Uma sucessão de passos demonstra ações que, sem precedente, atingem a todos de modo uniforme. Palmas acompanham o rápido bater de pé no chão... a platéia se sente no dever de acompanhá-lo e desencadear o desastre. Movimentos esquizofrênicos demonstram uma interferência! O artista se cala...
Seus olhos passam de forma rápida por cada espectador. É o suficiente para causar desmaios, convulsões e dores. Sua expressão revela suas intenções. Dizer mais sem nada dizer.
Todos os movimentos voltam junto às expressões. É criada uma nova realidade. Não existe tempo, não existe medo, muito menos dúvidas. Viver torna-se uma arte. Os passos perdidos tornam-se uma dança. Novas perspectivas trazem novos horizontes.
E o artista continua seu monólogo... sem pronunciar uma palavra."
8.10.10
29.9.10
15.9.10
6.9.10
Os seres humanos vêem fragmentado. Isso pode ser bom ou ruim, dependendo de como encaramos isso.
Fragmentarmos uma visão seria dividir um conceito uno, por exemplo, futebol, em várias pequenos pedaços complementares entre si, por exemplo Brasil, Holanda, Argentina. Não satisfeitos, resolvemos fragmentar mais ainda as visões e criamos fluminense, botafogo, palmeiras, etc. Por fim, dentro de cada clube criamos estádios, torcidas, hinos, e demais fragmentos dentro dos fragmentos.
Quanto mais fragmentada uma visão fica, mais difícil é ver o conceito uno por trás de tudo. Por exemplo, ao torcermos por um time brasileiro, costumamos as vezes literalmente se assassinar para defender que nosso time é melhor do que o do outro, esquecendo que o futebol é originalmente uma prática divertida e positiva. Daí, estamos lá nos assassinando por times, quando subitamente, em uma data marcada, lembramos que somos todos uno como cidadãos desse país, o Brasil ! Nos abraçamos como nação e assim torcemos ou a favor do país e/ou contra outros países, passando às vezes por preconceitos, estereotipos negativos, e demais violências um país contra o outro, esquecendo mais uma vez do que futebol significa.
A fragmentação acontece em qualquer conceito, cores, profissões, religiões, partidos políticos, etc. Esquecemos, perdidos nos fragmentos, qual era o motivo principal para estarmos vestindo uma cor, para exercer uma profissão, para orar para deus, para votar em alguém. O conceito inicial muitas vezes se perde nos fragmentos.
Obviamente há vantagem na fragmentação, pois podemos focar e estudar algum assunto de forma mais específica e aprofundada. Mas imagino ser dever lembrarmos sempre e termos a humildade de admitir que nossas ideias, opiniões, julgamentos podem estar presos em fragmentos estereotipados, em todo e qualquer conceito de vida, sem exceção.
Fragmentarmos uma visão seria dividir um conceito uno, por exemplo, futebol, em várias pequenos pedaços complementares entre si, por exemplo Brasil, Holanda, Argentina. Não satisfeitos, resolvemos fragmentar mais ainda as visões e criamos fluminense, botafogo, palmeiras, etc. Por fim, dentro de cada clube criamos estádios, torcidas, hinos, e demais fragmentos dentro dos fragmentos.
Quanto mais fragmentada uma visão fica, mais difícil é ver o conceito uno por trás de tudo. Por exemplo, ao torcermos por um time brasileiro, costumamos as vezes literalmente se assassinar para defender que nosso time é melhor do que o do outro, esquecendo que o futebol é originalmente uma prática divertida e positiva. Daí, estamos lá nos assassinando por times, quando subitamente, em uma data marcada, lembramos que somos todos uno como cidadãos desse país, o Brasil ! Nos abraçamos como nação e assim torcemos ou a favor do país e/ou contra outros países, passando às vezes por preconceitos, estereotipos negativos, e demais violências um país contra o outro, esquecendo mais uma vez do que futebol significa.
A fragmentação acontece em qualquer conceito, cores, profissões, religiões, partidos políticos, etc. Esquecemos, perdidos nos fragmentos, qual era o motivo principal para estarmos vestindo uma cor, para exercer uma profissão, para orar para deus, para votar em alguém. O conceito inicial muitas vezes se perde nos fragmentos.
Obviamente há vantagem na fragmentação, pois podemos focar e estudar algum assunto de forma mais específica e aprofundada. Mas imagino ser dever lembrarmos sempre e termos a humildade de admitir que nossas ideias, opiniões, julgamentos podem estar presos em fragmentos estereotipados, em todo e qualquer conceito de vida, sem exceção.
30.8.10
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