16.3.09

Tópicos-aleatórios-q-transitam-entre-real/onírico/caótico * ~ .

* Eu deveria ter desconfiado. Too good to be true. O mágico preço. A correta entrega. Harmonia. Amor à primeira vista de suas cores. Poucos momentos após, um descolamento em seu corpo. Um mal de Parkinson em sua vermelha luz. Um estourado som. And she was taken away. Meu bebê. Minha comunicadora. Minha interação efetiva com mundos além. Argh. Por que Deus ? Quando ela haverá de ressurgir ? É grave ? Oh. Do outro lado da linha, respostas vagas. Burocracias. Minha televisão está longe de mim. Com frio. Com toques de funcionários rudes. Logo ela que achava que havia encontrado um lar onde nada tolete seria reproduzido em seu frágil corpinho. Cof. Sofro contigo, cara. E aguardo seu retorno com saúde.

* Uh, God. Que saudade do que não pode ser. A positividade leva o meu ser pra frente. Mas UH DIO, que saudade.

* Alex: oi td bem gata anjo meu beijossssssssssssssssss!!!!!!

Eca.

Apagar
*Click*

Ah, a tecnologia. :)

* Estimulantes variados. De todas as composições. Absorvidos por todos os 5 (6?) sentidos. Incredibili risultati !

* Oh, por que fui cutucar um ser a quem já sei que não tenho paciência para responder ?

* Pois estou a criar novas formas de comunicação sabe, a partir do momento que minha memória não anda muito minha amiga. Aparentemente é mais interessante se passar por louca do que por senil.

* Meu porco volador sobreviveu ao acidente. Sim. Apesar de não estar instalado ainda propriamente para poder voar livre e efetivamente, o porco foi ansioso a bater asas, ganhando cada vez mais amplitude e . . . bateu em um obstáculo, depedaçando-se no chão. Trágico, se não fossem as habilidosas mãos do ser que trabalha no Hospital dos Brinquedos (313 sul!). Sim, o porquito é uma prova viva de que vale a pena continuar voando, independente dos obstáculos. Cha la la.

* QUE SAUDADE $#)%(#$@)¨%*

* Quem vive de passado é museu mimimi. Bom argumento para a tal falta de memória, acabo de perceber. Talvez também funcione dizer que minha mãe é Peixes. E tal. Cof.

* Tava lá né. Relendo os passados. Caramba, a vida é realmente feita de fases. Video-gamezísticas até, eu diria. Uuuh.

* Para tal apresentação, deixando claro que a pessoa estava em busca do que é diferente/intenso/inusitado/faminto, eu esperava mais do que uma interação óbvia.

* Eu tenho um certo amor pelas coisas que já li do Millor. Ele é muito wtf. Só para compartilhar mesmo.

* Oh. Tenho que correr. Amém e obrigada pela leitura, caras moscas com alta capacidade de compreensão.

4 comentários:

Daniel Araujo disse...

Comentando por tópico postado:

1. Acho mais respeitoso não comentar nada, visto que parece algo sério a que eu não teria como ajudar. Mas se tiver como, eu posso mandar uma lista das minhas habilidades. Lame...
2. Sentir saudades é bom. É saudável. De acordo com um ex-professor meu, o problema é quando revivemos a saudade e transformamos em nosso presente aquilo que já era passado. Sim, era um professor de História.
3. Huiahuiahuiahuiahuiahuiahuiahuia!
4. Hurru! ‘\o/’
5. Hum... Se fui eu, juro que esse é meu último comentário. Mas avise de forma mais clara, porque eu sou péssimo com indiretas. daniel_araujo_df@yahoo.com.br
6. Os dois funcionam. Mas é necessário adequar a um Histórico. O bom da loucura é a possibilidade de surtar sem qualquer razão aparente. Já a senilidade, essa deve ser encenada com carinho.
7. “I believe I can fly...”
8. Leia tópico dois.
9. Historiador também vive de passado.
10. Complicada e perfeitinha.
11. Talvez a pessoa em questão não tenha a mesma consciência sua da luta contra a obviedade pelo ódio sentido pela mesma. Sim, eu uso mesmo e mesma. Não tenho medo deles.
12. Ele tem uns insights bacanas.
13. Bzzzzzzzzzzzz.

Pingretzinha disse...

Hm.. Acho que encontrei alguém mais confusa que eu! =)) "Viveeeer e não ter a vergonha de ser feliiiz..." bjs

~* Ana Voiss disse...

@.@

caraca Daniel. Haja paciência para tal.

brigada aahaha :D

xx

Daniel Araujo disse...

Huehuehuehue! De nada, pois.
Às vezes, confesso, me surpreendo comigo mesmo.
Mas na maioria das vezes, me surpreendo com minha incomensurável modéstia.